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Regras de negócio na Aplicação, no Banco de Dados ou no Servidor de Aplicação (n-tier)?
Sobre o autor: Formado em Eletrotécnica pela Universidade Federal de Santa Maria(UFSM), Comunicação Social pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) e Programador por Paixão. Atualmente é Gerente de Marketing da Aquasoft, parceira Borland no Estado do Rio Grande do Sul e atua como Analista de Sistemas junto a Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (PROCERGS) em projetos de Saneamento Básico, utilizando Delphi e Oracle
Contato: lbulegon@aquasoft.com.brSempre, quando penso em Soluções de TI procuro identificar o cenário em que a aplicação se insere. Com o olhar abrangente, que englobe a necessidade imediata da empresa, tento vislumbrar a situação que repercuta a curto, médio e longo prazo.
Nesse sentido olhar as três possibilidades de organização das regras de negócio permite classificá-las da seguinte maneira. Em terceiro lugar colocaria as regras de negócio na aplicação, em segundo lugar na base de dados e em primeiro lugar numa arquitetura cliente servidor.
Como diz aquela célebre frase "O ótimo é inimigo do bom", nem sempre uma solução ideal pode ser adotada e por vezes precisamos lançar mão de algumas "gambiarras" para solucionar um problema específico.
De qualquer forma sempre levo em consideração três grandezas para escolher que arquitetura desenvolverei uma aplicação: a necessidade do usuário, a escalabilidade da aplicação e o custo financeiro do projeto.
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