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Qual Banco de Dados (SGDB) utilizar?
Sobre o autor: Engenheiro e desenvolvedor de soluções corporativas em Delphi e Java nas plataformas Windows e Linux. Possui interesse em arquitetura de software, objetos distribuídos e algoritmos computacionais de alto desempenho.
Contato: mhenley@datamag.com.brProjetos que nascem do zero, sem preocupação com aplicações existentes, deveriam considerar sem receio a utilização de banco de dados gratuitos (MySQL, Postgres, FireBird, HSQLDB, DB4O...). Todos esse bancos possuem uma forte aceitação no mercado e uma comunidade bem ativa. De todos eles, qual utilizar? Isso depende do cenário para o qual a aplicação está sendo desenvolvida. O banco de dados será embarcado? A aplicação deverá ser transacional? O banco deve suportar transações distribuídas? Qual a relação "transações por unidade de tempo" estimada? Respostas a essas perguntas podem nos direcionar ao banco "ideal".
Em ambientes corporativos, onde os sistemas de ERP predominam, normalmente encontramos banco de dados proprietários na retaguarda. Nesses ambientes temos pouca coisa a fazer a não ser usar o SGBD já instalado. O foco fica quase que exclusivamente no desenvolvimento de customizações. Esses bancos de grife (como SQL Server, Oracle, DB2) também possuem um suporte excelente de seus fabricantes, mas um alto custo de licenciamento. Muitas dessas empresas amarram os seus outros produtos ao banco criando uma dependência proposital, dificultando oportunidades de troca da base de dados.
Vale lembrar que um projeto de sistema bem elaborado abstrai completamente a camada de banco de dados. Já participei de projetos onde a troca do SGBD ocorreu sem impacto algum na aplicação - isso devido à utilização de um mecanismo de mapeamento objeto/relacional adequado.
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